Nem sempre sabemos de onde vem a dor, como vem, e nem para onde ou quando vai. A dor neste sentido não é fruto dos nossos cálculos ou da nossa vontade, pois, não está nos padrões de nossas medidas.
O que de mais sensato podemos afirmar sobre ela, é que ela é sempre sintoma de uma desordem ou desarranjo em nossa vida, nos dizendo algo que não vai bem em nós, sinalizando uma desarmonia e a necessidade da sua cura.
A dor nos diz que decidimos ou fizemos algo que não se encaixa em nosso equilíbrio, daí a nossa ânsia em nos livrarmos dela. E diante dela podemos ter duas atitudes: ou ela se agrava, nos carrega e nos destrói, ou a carregamos com paciência e humildade até que ela se vá.
Assim, tal carregar, é suportar, colocar os ombros embaixo e conduzir o que está nos pesando, tirando lições de vida, dando mais sentido e direção à nossa existência, quando então a dor dará lugar à serenidade do espírito e da mente.
Que nesta quarta-feira, possamos pensar que: resignação ante a dor e o sofrimento, não significa aceitação, e sim, a compreensão para o nosso aprimoramento e cura interior. Faz muito sentido!
Um abraçaço!
