Aceitar significa não fazer julgamentos, não fazer acusações. Quantas vezes julgamos indevidamente o nosso próximo cobrando-o por atitudes e posturas que nós mesmos sequer damos o exemplo!?
Quantas vezes, de certa forma, cobramos até de Deus uma postura em nosso benefício, tipo: "ah, meu Deus, isso não podia acontecer comigo!"; "Deus não está sendo justo comigo", "Deus me abandonou", e tantas outras expressões que conhecemos.
O dom da vida é oriundo da Criação Divina, e nos permite estarmos onde estamos para o nosso próprio bem e aprendizado. Quando essa verdade for absorvida pelo nosso entedimento, teremos dado um largo passo rumo ao nosso próprio crescimento.
Na Tolerância não existe a polaridade do certo ou errado. Existe, sim, a polaridade do amor e do perdão. Cada alma é seu próprio senhor e tem a sua verdade em seu próprio tempo.
Perante o próximo ela se torna relativa, pois, o Criador nos tornou donos do nosso Universo e por ele somos os únicos responsáveis ao nosso modo. Essa é a verdade.
Na Intolerância reside a futilidade da raiva que dá origem ao ódio e às doenças; mas, a futilidade dos julgamentos dão origem às guerras pessoais e coletivas. Portanto, a Tolerância é o princípio do amor, na aceitação do próximo e da vida.
E é nesse nível de amor que a vida encontra sentido e propósito, porque esse é o sentido e propósito do amor. Simplesmente amar aceitando a vida e amando o próximo como a nós mesmos!
Que nesta quarta-feira, possamos exercitar ainda mais a Tolerância, que é a base do amor incondicional para o alcance da Fraternidade Universal, afinal, somos todos Irmãos!
Um abraçaço!










