Quanto mais vivermos à procura de defeitos, mais distantes ficaremos das soluções. Toda crise é uma sementeira de novas ideias. Perde-se muito tempo quando diante de uma dificuldade saímos à procura de culpados e não à busca de soluções.
Os erros tornam-se excelentes instrumentos de melhoria quando aprendemos a extrair deles as causas que os originaram e aplicamos mecanismos de correção para evitarmos recaídas. Grandes invenções são sempre precedidas de inúmeros erros até a solução e objetivo final.
Não percamos a hora para realizarmos o que precisa ser feito. Na medida em que o Pedreiro, com dedicação, assenta um tijolo sobre o outro é que a parede toma forma.
Nossos sonhos se parecem com a parede, pois, eles ganham forma e consistência quando “arregaçamos as mangas” e decidimos realizá-los. Se ficarmos esperando pela melhor hora, poderemos perder a hora certa.
A famosa música de Geraldo Vandré nos ensina: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Então, aprendamos cada vez mais a ver os erros ou defeitos como novas oportunidades e, “mãos à obra”.
Que tenhamos um sábado produtivo e um final de semana feliz e com muita saúde. Amém!
Há um tipo de obstáculo na vida humana contra o qual necessitamos nos esforçar ao máximo para superá-lo: a perda de tempo.
Quantos minutos deixamos que se escoem sem aproveitamento real em nossa vida; quantas horas consumimos com futilidades, e quantos dias e meses inteiros quase nada contabilizamos em favor do nosso espírito?
E quantas pessoas ao nosso lado se fazem de instrumentos, para que o tempo ao nosso dispor não renda o resultado que esperávamos, e quantos nos ocupam a mente com assuntos estéreis?
Quantos nos desviam propositadamente a atenção no nosso trabalho e acabam por embaçar a nossa capacidade de produzir e ainda requerem a nossa companhia em sua ociosidade?
Quantas vezes deixamos de atender compromissos importantes porque, ao estarmos de saída, nos chega uma visita inesperada e, às vezes, até indesejada?
É importante a sabedoria na administração do nosso tempo e na criteriosa seleção das nossas prioridades, inclusive dos nossos relacionamentos de amizades.
Quantos “amigos” só se dispõem a estar conosco nos momentos de lazer e facilidades, nunca para o auxílio no trabalho, nas práticas beneficentes ou até mesmo nos momentos de aprimoramento espiritual.
Com esta sexta-feira, iniciemos um final de semana, administrando melhor o tempo a nosso favor, valorizando-o com os amigos e pessoas dispostas a chorar também a nossa dor, e a serem solidárias com o nosso suor.
Não só quando nos sentirmos fraquejados é que devemos orar ou rezar, pois, a prece além de alimento permanente a nos nutrir o corpo e o espírito, é certeiro preventivo contra a dor e o sofrimento.
Oremos cotidianamente e de forma persistente, buscando energias no Sublime Reservatório da Natureza Divina. Onde estivermos, através da palavra articulada ou não, supliquemos humildemente a poderosa intercessão do Alto.
Nenhuma oração sincera sobe aos céus sem o eco da merecida resposta. Um dos benefícios imediatos da prece é o de serenar-nos o espírito para que saibamos agir com o devido acerto. Para quem ora com a alma nos lábios coisa alguma é impossível.
Todo aquele que pede com humildade o que deseja, no mínimo, sempre obtém a compreensão daquilo que não pode ter. Depois da caridade, a prece é a única força capaz de transcender o habitual e operar prodígios.
Oremos com caridosa bondade por nós e pelos nossos semelhantes, e esperemos pela Graça Divina que nos alcançará, pois, os Prepostos do Senhor jamais permitirão que clamemos em vão.
Façamos desta quinta-feira, um dia ainda mais especial para orarmos, nos lembrando de que, a prece é um íntimo colóquio da criatura com o Criador. Portanto, Oremos, Deus nos escutará, com certeza.
Nós, seres humanos, vivemos naturalmente em busca das satisfações pessoais que possam redundar em mais felicidade a cada dia. Todavia, devemos evitar os exageros inconsequentes.
Se temos o necessário para viver, e bem, o que mais queremos? O supérfluo quase sempre significa acréscimo de aflição; o que nos sobra e não repartimos costuma nos pesar na alma.
Os que reclamam de dificuldade financeira, com o talão de cheques no bolso e pão suficiente à mesa, certamente nunca deram uma volta na periferia; por acaso já estivemos num casebre onde um simples quilo de alimento seria imensa fartura?
Quantos sofrem sem o conforto de um único analgésico em casa, e quantos pais de família desempregados conhecemos? Quantas crianças não têm acesso a um Pediatra, ou mesmo a um simples lazer?
Já olhamos para nós hoje e reparamos na perfeição dos nossos braços e pernas? Acreditemos, pois, que somente se não tivéssemos tudo o que temos é que veríamos o quanto é muito o que consideramos pouco.
Enfim, o que podem os bens acumulados e os milhões no banco diante de um simples coágulo a obstruir, de repente, uma artéria na cabeça ou no coração?
Quem sabe, nesta quarta-feira, possamos enriquecer nosso espírito, meditando um pouquinho sobre a frugalidade da vida e nos convençamos de que não desceremos ao túmulo com o que temos, mas sim, com o que somos!?!?
Somos seres humanos, e por isso mesmo, estamos sempre sujeitos a falhas e, em consequência disso, fadados aos dissabores e contratempos do nosso cotidiano. Cada um de nós os enfrenta a seu modo, sofrendo sozinho ou buscando auxilio onde possa ver minimizadas suas aflições.
Por isso, não desconsideremos as queixas alheias. Por detrás de uma única lágrima, pode estar escondido um grande drama, pois, quase sempre, quem conversa conosco, não se expõe por inteiro.
Quando alguém nos confiar o seu sofrimento, antes que nos aprofundemos em sua história, avaliemos o grau de confiança que a ele inspiramos. Assim, não lhe faremos perguntas indiscretas e nem nos deixaremos ser levados pela mera e desnecessária curiosidade.
Poupemos ao nosso interlocutor o constrangimento de desnudar sua vida e sua intimidade, pois, a genuína caridade não remexe feridas para depois tentar curá-las.
A pretexto de auxiliar, não queiramos saber além do que nos é revelado, até porque, muitas vezes, os dramas do nosso semelhante podem ser idênticos aos nossos. E se os conhecemos em nós, é impossível que os ignoremos nele.
É importante que saibamos interpretar um silencioso pedido de socorro que alguém nos envia até pelo olhar, pois, pode lhe afligir a falta de coragem para se expressar.
Que nesta terça-feira, estejamos atentos para a prática da verdadeira caridade, ajudando o nosso próximo, sem mesuras e alardes, e continuaremos tendo uma semana feliz.
Evitemos dar excessiva importância aos que criticam o nosso trabalho. Sejamos como as árvores frutíferas que, indiferentes ao gosto das criaturas ao seu redor continuam produzindo seus frutos, cada qual segundo a sua espécie.
O essencial é que estejamos fazendo o melhor possível ao nosso alcance. Se de fato reconhecemos as nossas limitações, não há necessidade de que alguém as aponte para nós.
Se sabemos que somos imperfeitos, é também natural que, vez ou outra, nossas obras ainda deixem a desejar. Quase sempre, os que mais exigem da nossa capacidade são aqueles que não fazem o menor esforço no seu próprio trabalho e benefício, e vivem a desmerecer a obra alheia.
Não permitamos que a nossa boa vontade seja anulada pela força das palavras injuriosas. Os que simplesmente falam serão amanhã chamados a fazer, e constatarão a enorme distância entre a teoria e a prática.
Para que nenhuma de nossas mãos se afaste do dever a cumprir, não cedamos aos nossos críticos mais que um dos nossos ouvidos. Nos disciplinemos a filtrar o que ouvirmos e nos convençamos de que a crítica sincera nunca nos chega pelas costas.
Na maioria das vezes, o intuito dos maledicentes e promotores do mal que nos criticam, é fazer com que retrocedamos no caminho que eles próprios não têm coragem de seguir, mas não reconhecem a própria fraqueza.
A partir desta segunda-feira, não nos esqueçamos de uma clara e objetiva verdade: “A história é feita pelo suor dos que vivem a obra, e não pela fala ou tinta dos que criticam”. Vivamos, pois!
O foco, a coragem, a determinação e a persistência são fundamentais e indispensáveis quando se quer alcançar um objetivo.
Os vencedores treinaram por anos sem parar; os especialistas repetiram muitas vezes a mesma operação até obterem um resultado satisfatório; os que têm fé, aprenderam a esperar com paciência.
Os que cresceram, encontraram no tempo um aliado; os que alcançaram sua meta, sempre se mantiveram longe do conforto da desistência; os que são felizes, jamais permitiram que a tristeza se apossasse dos seus corações.
Todas essas pessoas tinham algo em comum, um foco, uma meta, uma razão que as fizesse ir adiante, uma paixão e um amor indestrutíveis por aquilo que realmente queriam.
Todos são exemplos “para todos”. São lições de vida a serem colocadas em prática ou reforçadas no nosso dia a dia, pois, a única maneira de encontrarmos a vitória é tentando, é participando, é abrindo mão de muitas coisas e regalias em função do objetivo.
O tempo é curto para quem está determinado a viver a vida na sua sadia plenitude. Portanto, estabelecer prioridades é um imperativo inafastável.
Lembremos, neste domingo, que a vitória é filha legítima da dedicação e do tempo integral. Como diz o velho e bom ditado “Fé em Deus e pé na taboa!”.
A Lei Maria da Penha completa 20 anos nesta sexta-feira (7) consolidada como a principal norma de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. Desde a entrada em vigor, em 7 de agosto de 2006, a legislação ampliou os mecanismos de prevenção, proteção das vítimas e responsabilização dos agressores.
A chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher do Distrito Federal, Adriana Romana, afirmou que a lei representa um marco para a atuação da Justiça e dos órgãos de segurança pública. "Ela reforça tanto o aspecto preventivo quanto o aspecto de proteção e também a responsabilização."
Segundo ela, a principal ferramenta da lei são as medidas protetivas de urgência, com o monitoramento de vítimas e agressores. "Finalmente, nós estamos conseguindo alcançar muitas mulheres que nunca tiveram condições ou não queriam pedir ajuda, porque a situação de violência doméstica é muito complexa e não é fácil tomar essa decisão."
Desafios
Apesar dos avanços, a subnotificação dos casos ainda é um dos principais desafios.
Segundo Adriana Romana, muitas mulheres continuam sem procurar ajuda da Justiça ou da polícia. Em 2025, o Distrito Federal registrou 23 mil ocorrências oficiais de violência doméstica.
"Ainda temos uma cifra oculta: mulheres que estão em situação de violência e que nunca procuraram ajuda da Justiça nem da polícia", lamentou Adriana.
"Temos canais de denúncias sigilosos para que a população colabore nesse enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. A responsabilidade é de todos nós", acrescentou.
Os principais canais de denúncia são:
Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher do governo federal;
197, das polícias civis estaduais.
Origem da lei
A Lei Maria da Penha teve origem no Projeto de Lei 4559/04, enviado pelo Poder Executivo após o Brasil ser responsabilizado, na Organização dos Estados Americanos (OEA), por omissão no combate violência contra a mulher.
O caso que inspirou a legislação ocorreu no Ceará. A farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes ficou paraplégica após sofrer agressões do marido e sobreviver a duas tentativas de homicídio.
Durante sessão solene do Congresso Nacional, em 2016, ela lembrou que lutou por justiça por mais de 19 anos. "Precisamos investir em educação para desconstruir essa cultura que faz com que o homem aprenda, na sua casa, que agredir é normal, porque viu seu pai agredindo a sua mãe, seu avô agredindo a sua avó", cobrou.
Desde o ano passado, a Lei 15.212/25 incorporou oficialmente o nome Maria da Penha ao texto da legislação.
Novas leis
A Lei Maria da Penha inspirou outras normas de enfrentamento à violência contra a mulher, entre elas:
Lei 14.994/24, que alterou regras relacionadas ao feminicídio.
A coordenadora da Secretaria da Mulher da Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), destacou a importância da legislação.
"Imagine que, há 20 anos, nós não tínhamos nenhuma legislação de referência que pudesse tratar ou abordar a violência contra a mulher. [Agora, a Lei Maria da Penha] É a terceira lei mais conhecida no mundo", comemorou.
"Talvez não tivéssemos chegado até aqui com tantas outras proposições, como a lei da violência política (Lei 14.192/21), como legislações que possam trazer à tona a voz de outras mulheres para poder denunciar ou para poder defender a proteção."
Mobilização nacional
O Congresso Nacional instalou uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre a violência contra a mulher em 2013.
Em 2026, os presidentes dos Três Poderes assinaram o Pacto Nacional contra o Feminicídio.
Na ocasião, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou a importância da atuação conjunta diante dos 1.470 casos registrados no ano anterior.
"A união entre os poderes demonstrada neste pacto e a determinação do Parlamento brasileiro em legislar com rigor e sensibilidade apontam o caminho para que, em um futuro próximo, nenhuma cidadã precise temer por sua vida apenas pelo fato de ser mulher."
Quase sempre, a nossa reação de desespero diante dos problemas é que costuma dar a eles a importância ou a gravidade que não têm. Aplicando a nossa serenidade reduziremos a força do impacto dos fatos ou notícias ruins e deprimentes que nos cheguem.
A nossa aceitação das provas que, direta ou indiretamente nos atingem, faz com que as suas consequências sejam amenizadas. A nossa atitude de perdão desencorajará os nossos agressores, e o nosso silêncio poderá impedir que o mal continue a se propagar através da palavra maledicente.
A nossa perseverança no cumprimento do dever incomodará a consciência dos nossos opositores. Os nossos bons exemplos sempre argumentarão de maneira irrefutável em nosso favor, e os nossos gestos de bondade nos fortalecerão em nossas possíveis fragilidades.
A invariável compreensão que tivermos quanto as falhas do nosso próximo, reivindicará também a compreensão daqueles que se habituaram a condenar os seus semelhantes, e a nossa alegria contagiará os que vivem tristes à nossa volta.
O nosso entusiasmo repercutirá nos espíritos desalentados e os revitalizará na luta que consideravam perdida, e, tenhamos a convicção de que, a saliva dos que teorizam negatividades a nosso respeito não vale uma única gota do suor que vertemos no trabalho em prol do nosso ideal de amor e de paz.
Que neste diapasão de bons propósitos, tenhamos um sábado tranquilo e feliz.
O Projeto de Lei 969/26 estabelece novas regras para prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de colo do útero no país.
Uma das medidas torna a vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) obrigatória no calendário nacional de imunização. A infecção persistente pelo vírus HPV é a causa de 99% dos casos de câncer do colo do útero.
A proposta também determina que o Sistema Único de Saúde (SUS) utilize testes moleculares como o método principal para detectar o câncer de colo do útero. Atualmente, o exame mais comum é o Papanicolau, mas o novo texto quer priorizar tecnologias mais sensíveis e precisas.
O autor, deputado Fausto Jr. (União-AM), argumenta que a mudança segue recomendações internacionais para salvar vidas e reduzir desigualdades. "Buscamos a modernização do rastreamento e a ampliação da cobertura vacinal para garantir economia futura ao SUS e o cumprimento de metas de saúde pública", afirmou o parlamentar.
O texto altera a lei que garante a todas as mulheres brasileiras acesso ao diagnóstico e tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama no SUS.
Por fim, o projeto prioriza mulheres e adolescentes com dificuldade de acesso à saúde, prevendo o uso de unidades móveis de vacinação em áreas rurais, ribeirinhas e indígenas, e determina que o governo dê preferência a regiões com taxas de mortalidade pela doença acima da média nacional.
Segundo Santos Jr, a proposta é uma resposta aos altos índices de câncer de colo do útero no Brasil, especialmente na Região Norte. No Amazonas, a estimativa é que este seja o tipo de câncer mais frequente entre mulheres em 2026.
Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
A vida não espera por nós, ela não estaciona, seguindo inexoravelmente rumo ao futuro. Qualquer que seja o minuto, ele é precioso quando se trata da nossa felicidade.
Felicidade não é ilusão, é uma realidade possível a todos que nela acreditam e lutam para tê-la. Muitos dizem que ela é feita de momentos, mas são os longos períodos de felicidade que nos ajudam a vencer as dificuldades.
Ser feliz é ter sempre o sorriso do bom humor, e para ter bom humor é preciso compreender as dificuldades da vida, e para compreender a vida é preciso que nos conheçamos por dentro, porque quem se conhece pode se desvencilhar do mal com maior facilidade.
Pessoas felizes, não dão valor ao mal quando lhes bate à porta, amam mais, vivem melhor, adoecem menos, evoluem mais, e o sofrimento toma distância do seu dia a dia.
Quem tem fé e autoconfiança, se acostuma a pensar e agir positivamente e percebe que as possibilidades de felicidade não estão só nas coisas boas, pois, aprende a extrair de qualquer situação incômoda preciosas lições que pavimentam a vida com a prazerosa expectativa da vitória.
Iniciemos, com esta sexta-feira, um final de semana que transborde positividade, alegria e bom humor, fazendo tudo o que possa nos guiar para o bem, o que nos garantirá uma consciência tranquila, um dos pilares da pura felicidade!